Muitas pessoas sabem que a catarata é comum com o passar dos anos, mas nem sempre entendem por que ela surge ou quais fatores podem aumentar o risco de desenvolver o problema.
Essa dúvida é frequente em consultas oftalmológicas, especialmente quando os primeiros sinais de visão embaçada começam a aparecer.
Compreender as causas da catarata e os principais fatores de risco ajuda a reconhecer situações que merecem maior atenção e reforça a importância do acompanhamento oftalmológico regular.
Na prática clínica, o CEOC – Centro Especializado em Oftalmologia acompanha com frequência pacientes que apresentam dúvidas sobre as causas da catarata e os fatores que podem aumentar o risco de desenvolvimento da doença.
Com equipe médica experiente e foco em avaliação individualizada, a clínica atua na orientação segura e responsável sobre a saúde ocular em todas as fases da vida.
O que acontece no olho quando a catarata se forma?
A catarata se desenvolve quando o cristalino, a lente natural do olho, perde gradualmente sua transparência.
Esse processo dificulta a passagem da luz até a retina, comprometendo a formação das imagens e levando à visão borrada ou turva.
Na maioria das vezes, essa alteração ocorre de forma lenta e progressiva, o que explica por que muitas pessoas demoram a perceber o problema.
Envelhecimento: a principal causa da catarata
O envelhecimento natural do olho é o fator mais comum associado ao surgimento da catarata.
Com o passar dos anos, as proteínas do cristalino sofrem alterações, tornando a lente menos transparente.
Por isso, a catarata é mais frequente a partir da meia-idade e tende a se tornar mais comum com o avanço da idade, mesmo em pessoas sem outras doenças oculares.

Principais fatores de risco para catarata
Além do envelhecimento, diversos fatores podem aumentar o risco de desenvolvimento da catarata. Entre os mais relevantes, destacam-se:
Diabetes
Pessoas com diabetes apresentam maior risco de desenvolver catarata, especialmente quando há dificuldade no controle dos níveis de glicose ao longo do tempo.
Uso prolongado de corticoides
O uso contínuo de medicamentos corticoides, principalmente por via sistêmica, está associado a um maior risco de opacificação do cristalino.
Traumas oculares
Impactos ou lesões nos olhos podem alterar a estrutura do cristalino e favorecer o surgimento da catarata, mesmo em pessoas mais jovens.
Exposição excessiva ao sol
A exposição prolongada à radiação ultravioleta, sem proteção adequada, pode contribuir para alterações no cristalino ao longo dos anos.
Inflamações oculares
Algumas inflamações oculares, quando recorrentes ou mal controladas, também podem estar relacionadas ao desenvolvimento da catarata.
Catarata pode surgir em pessoas jovens?
Sim. Embora seja mais comum com o envelhecimento, a catarata pode surgir em pessoas jovens ou até estar presente desde o nascimento, dependendo da causa.
Nesses casos, fatores genéticos, metabólicos, uso de medicamentos ou condições de saúde específicas podem estar envolvidos, o que reforça a importância da avaliação oftalmológica individualizada.
Fatores de risco significam que a catarata é inevitável?
Não necessariamente. Ter fatores de risco não significa que a catarata irá se desenvolver obrigatoriamente, mas indica a necessidade de maior atenção à saúde ocular.
O acompanhamento regular com um oftalmologista permite identificar alterações precocemente e orientar sobre cuidados adequados para cada situação.
Quando as causas da catarata passam a exigir tratamento?
À medida que a catarata evolui, a opacificação do cristalino pode começar a interferir nas atividades do dia a dia, como leitura, trabalho ou locomoção.
Quando isso acontece, o oftalmologista pode orientar sobre as opções de tratamento disponíveis, sempre considerando as características individuais de cada paciente.
Para entender melhor como funciona o tratamento da catarata, quais são os riscos e como é a recuperação, acesse o conteúdo completo:
Cirurgia de catarata: como funciona, riscos e recuperação
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Conclusão
A catarata pode ter diferentes causas e fatores de risco, e sua evolução varia de pessoa para pessoa. Por isso, reconhecer os sinais precocemente e contar com acompanhamento oftalmológico especializado é fundamental para preservar a qualidade da visão e tomar decisões seguras ao longo do tempo.
O CEOC – Centro Especializado em Oftalmologia possui ampla experiência no cuidado com pacientes com catarata, com mais de 30 mil cirurgias realizadas e uma atuação baseada em avaliação individualizada, equipe médica qualificada e estrutura adequada para diagnóstico e acompanhamento completo da saúde ocular.
Agendar uma consulta oftalmológica é o passo mais seguro para esclarecer dúvidas, avaliar fatores de risco e receber orientações personalizadas sobre o cuidado com a visão. O atendimento especializado permite entender cada caso com responsabilidade e definir as condutas mais adequadas para cada paciente.
Perguntas frequentes sobre causas da catarata (FAQ)
Catarata é causada apenas pela idade?
Não. O envelhecimento é a principal causa, mas diabetes, uso de corticoides, traumas e outras condições também podem contribuir.
Exposição ao sol pode causar catarata?
A exposição excessiva à radiação ultravioleta, sem proteção adequada, pode aumentar o risco ao longo do tempo.
A catarata tem cura?
A catarata não regride espontaneamente nem melhora com colírios ou medicamentos. O acompanhamento oftalmológico é fundamental para avaliar sua evolução. Quando a opacificação do cristalino passa a comprometer a visão e a qualidade de vida, o oftalmologista pode orientar sobre o tratamento mais adequado para cada caso.
O que pode piorar a catarata?
Fatores como envelhecimento natural, diabetes mal controlado, uso prolongado de corticoides, exposição excessiva ao sol sem proteção adequada e traumas oculares podem contribuir para a progressão da catarata. Por isso, o acompanhamento regular com um oftalmologista é essencial para monitorar a saúde ocular.
Quais são os primeiros sinais de catarata?
Os primeiros sinais costumam ser visão embaçada, dificuldade para enxergar à noite, maior sensibilidade à luz e sensação de cores mais opacas. Esses sintomas geralmente aparecem de forma gradual, o que pode atrasar o diagnóstico se não houver avaliação oftalmológica periódica.
O que fazer para evitar a catarata?
Não é possível evitar completamente a catarata, especialmente a relacionada ao envelhecimento. No entanto, proteger os olhos da radiação solar, controlar doenças como diabetes, evitar o uso inadequado de medicamentos e realizar consultas oftalmológicas regulares ajudam a preservar a saúde ocular.
Diabetes aumenta o risco de catarata?
Sim. Pessoas com diabetes apresentam maior risco de desenvolver catarata, especialmente quando o controle da glicemia não é adequado ao longo do tempo. O acompanhamento conjunto com o oftalmologista é importante para identificar alterações precoces no cristalino.
Uso de corticoide pode causar catarata?
O uso prolongado de corticoides, principalmente por via sistêmica e sem orientação médica, está associado a um maior risco de desenvolvimento de catarata. Por isso, esses medicamentos devem ser utilizados apenas com prescrição e acompanhamento profissional.
Catarata pode surgir em pessoas jovens?
Sim. Embora seja mais comum em idosos, a catarata pode surgir em pessoas jovens ou até estar presente desde o nascimento, dependendo de fatores genéticos, metabólicos, uso de medicamentos ou traumas oculares. Cada caso deve ser avaliado individualmente.
Ter fatores de risco significa que vou ter catarata?
Não necessariamente. Os fatores de risco aumentam a probabilidade, mas não determinam que a catarata irá se desenvolver. O acompanhamento oftalmológico regular permite identificar alterações precocemente e orientar sobre os cuidados adequados para cada situação.





