Tipos de catarata: senil, congênita e secundária

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Exemplos de catarata em diferentes fases da vida: catarata senil, congênita e secundária
A catarata pode surgir em diferentes fases da vida, como na forma senil, congênita ou secundária, dependendo da causa e do momento de aparecimento.

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Quando se fala em catarata, muitas pessoas imaginam que existe apenas um tipo da doença. No entanto, a catarata pode surgir por motivos diferentes e em fases distintas da vida, o que leva à sua classificação em alguns tipos.

Compreender essas diferenças ajuda a esclarecer dúvidas comuns e a entender por que cada caso deve ser avaliado de forma individual por um oftalmologista.

O que todas as cataratas têm em comum?

Independentemente do tipo, a catarata ocorre quando o cristalino, a lente natural do olho responsável por focar a luz na retina, perde sua transparência.

Quando isso acontece, a passagem da luz fica prejudicada, e a imagem formada no cérebro perde nitidez, resultando em visão embaçada ou turva. Esse processo costuma ser progressivo.

Catarata senil: a mais comum

A catarata senil é o tipo mais frequente e está relacionada ao envelhecimento natural do olho.

Com o passar dos anos, o cristalino sofre alterações em sua estrutura, tornando-se gradualmente menos transparente. Como consequência, atividades como leitura, direção noturna e reconhecimento de detalhes podem se tornar mais difíceis.

Esse tipo de catarata costuma surgir a partir da meia-idade e evolui de forma lenta, permitindo acompanhamento ao longo do tempo.

Catarata congênita: presente desde o nascimento

A catarata congênita está presente desde o nascimento ou surge nos primeiros meses de vida. Ela pode estar associada a fatores genéticos, infecções durante a gestação ou alterações no desenvolvimento ocular.

Na infância, a atenção é ainda maior, pois a visão está em fase de formação. A identificação precoce é essencial para evitar prejuízos no desenvolvimento visual.

Catarata senil o que é? Fonte: Freepick

Catarata secundária: quando surge por outra causa

A catarata secundária não está diretamente ligada ao envelhecimento. Ela pode surgir como consequência de outras condições ou fatores, como:

  • Diabetes
  • Uso prolongado de corticoides
  • Traumas oculares
  • Inflamações nos olhos
  • Outras doenças oculares

Nesses casos, a catarata aparece associada a um fator pré-existente, o que reforça a importância do acompanhamento oftalmológico em pessoas com doenças crônicas ou histórico ocular relevante.

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Os tipos de catarata mudam o tratamento?

Independentemente do tipo de catarata, a decisão sobre o tratamento não depende apenas da causa, mas principalmente de como a condição está impactando a visão e a rotina do paciente.

Ao longo do acompanhamento oftalmológico, o médico avalia a evolução do quadro e orienta sobre as condutas mais adequadas para cada situação.

Quando a catarata passa a comprometer atividades do dia a dia, é importante compreender melhor como funciona a cirurgia de catarata, quais são os possíveis riscos e como ocorre a recuperação, para que a decisão seja tomada de forma consciente e segura.

É possível ter mais de um tipo de catarata?

Sim. Em alguns casos, uma pessoa pode apresentar catarata relacionada à idade e, ao mesmo tempo, fatores que contribuem para uma catarata secundária.

Por isso, a avaliação individualizada é essencial para compreender o quadro completo e definir o acompanhamento mais adequado.

Perguntas frequentes sobre tipos de catarata (FAQ)

Qual é o tipo mais comum de catarata?

A catarata senil é o tipo mais comum.
Ela está relacionada ao envelhecimento natural do cristalino e costuma surgir a partir da meia-idade.
O acompanhamento oftalmológico ajuda a identificar sua evolução e o momento adequado de tratamento.

Qual é a catarata mais grave?

Não existe um tipo de catarata universalmente mais grave.
A gravidade depende do impacto na visão e da velocidade de progressão em cada pessoa.
A avaliação individual é essencial para definir a melhor conduta em cada caso.

Catarata congênita é mais grave que a catarata senil?

Pode ser, especialmente na infância.
Como a visão ainda está em desenvolvimento, a catarata congênita exige atenção precoce.
O acompanhamento oftalmológico infantil é fundamental para evitar prejuízos visuais permanentes.

Quem tem leucemia pode fazer cirurgia de catarata?

Em muitos casos, sim, mas com cuidados específicos.
A decisão depende do estado clínico geral, do tratamento em curso e dos exames pré-operatórios.
A avaliação conjunta entre o oftalmologista e o médico assistente é indispensável.

Quem tem blefarite pode fazer cirurgia de catarata?

Sim, geralmente pode, após controle da blefarite.
A inflamação das pálpebras precisa estar bem tratada antes da cirurgia.
O oftalmologista orienta o preparo adequado para reduzir riscos no pós-operatório.

Uma pessoa pode ter mais de um tipo de catarata?

Sim, isso é possível.
Uma mesma pessoa pode ter catarata relacionada à idade e fatores secundários associados.
Por isso, o diagnóstico oftalmológico completo é fundamental.

Todo tipo de catarata precisa de cirurgia?

Não imediatamente.
A indicação depende de quanto a catarata interfere na qualidade de vida.
O oftalmologista avalia a evolução e orienta o melhor momento para o tratamento.

Conclusão

A catarata pode se apresentar de diferentes formas, dependendo da idade, das condições de saúde e de outros fatores associados. Catarata senil, congênita e secundária têm causas distintas, mas todas afetam a transparência do cristalino e a qualidade da visão.

A avaliação oftalmológica especializada é fundamental para identificar o tipo de catarata, acompanhar sua evolução e orientar as condutas mais adequadas. O CEOC – Centro Especializado em Oftalmologia é referência em oftalmologia e conta com equipe médica experiente e estrutura adequada para o acompanhamento completo da saúde ocular, sempre com foco em orientação individualizada e segurança para o paciente.

Agendar uma consulta é o primeiro passo para esclarecer dúvidas e cuidar da visão de forma responsável.

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